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Edição 22231 de 15/09/2020

Destaque

01 - Agrishow Experience, uma versão on line e diferenciada da maior feira de negócios e tecnologia da América Latina


Nesta segunda-feira, dia 14 de setembro, começa a Agrishow Experience, uma experiência digital que contará com programação repleta de atividades durante uma semana: webinars ao vivo, entrevistas, dicas de produtores rurais e outros conteúdos, que serão ministrados por renomados especialistas do agro. Para realizar a inscrição, basta clicar neste link.

Até o dia 18 de setembro, produtores rurais de todo o Brasil e profissionais do agronegócio poderão, em um mesmo ambiente, acompanhar os eventos de conteúdo, encontrar soluções para seu dia a dia no campo, trocar experiência com outros participantes, e até mesmo iniciar negociações na plataforma.

A plataforma conta também com a Blue, inteligência artificial que analisa e compreende os interesses sinalizados pela audiência, bem como seu comportamento dentro da plataforma, recomendando conexões e conteúdos específicos.

A Agrishow é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira. A feira é organizada pela Informa Markets, principal promotora de feiras de negócios no Brasil e no mundo.

Fonte: Investe SP, Notícias Agrícolas, Bopar

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02 - Reforma tributária: porque o brasil precisa de uma


Não há dúvida para nenhum setor da atividade econômica que o sistema tributário brasileiro é um dos principais entraves à competitividade da nossa indústria. Dotado de um modelo tributário altamente complexo, composto por um número excessivo de tributos, com concentração sobre o consumo, e que exige um alto custo administrativo, a mudança na legislação torna-se premente e só uma reforma pode trazer isso para o País.

Além disso, a tributação ocorre na origem, o que abre espaço para política de atração de empresas por meio da concessão de benefícios fiscais, levando a distorções nas decisões de investimentos, permite a cumulatividade, dificulta o acesso a créditos relativos às operações, onerando exportações e investimentos.

Este emaranhado de ineficiências combinado à grave crise que passamos, torna ainda mais urgente uma reforma tributária que possa ajudar o Brasil a retomar o crescimento. Estudos recentes divulgados afirmam que a simples mudança para um sistema tributário mais racional e eficiente, torna possível o aumento do PIB potencial do Brasil em 20% em 15 anos, em razão principalmente do aumento da produtividade total dos fatores e do aumento dos investimentos.

Assim apoiamos veemente uma reforma que simplifique o atual sistema tributário, e, em especial a tributação sobre o consumo, reduzindo a insegurança jurídica e os custos administrativos tanto por parte dos contribuintes como do fisco, aumentando a competitividade dos bens e serviços nacionais nos mercados interno e externo.

Precisamos com urgência de uma reforma que garanta ao sistema tributário nacional a simplificação, justiça e transparência desejada por todos os contribuintes. Os benefícios desta ação são muitos, incluindo uma melhora do ambiente de negócios do país em razão da redução dos custos relacionados à administração dos tributos e dos litígios, aumento da segurança jurídica, ampliação da taxa de investimento por conta da redução do custo que ocorrerá nas máquinas e equipamentos ao eliminar a cumulatividade do sistema e garantir o crédito imediato. Todos fatores permitirão aumento da produtividade, ganho de competitividade da produção nacional, expansão dos investimentos, redução do índice de desemprego e aumento da renda do país.

João Carlos Marchesan é administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ– Associação Brasileira da Indústria de Máquinas.

Fonte: Amazonas Noticias, Agora-Tô, Jornal União

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03 - Como administrar relacionamentos duradouros com os clientes no pós-venda é curso online oferecido pela ABIMAQ


Com o objetivo de ajudar profissionais que atuam na área comercial e no relacionamento com clientes para ter uma base permanente de vendas e faturamento, a ABIMAQ promove curso online ‘Pós-Venda: Como administrar Relacionamentos Duradouros com os Clientes’ nos dias 17 e 18 de setembro, das 14h às 17h.

“Este programa trabalha a importância do atendimento pós-venda e das estratégias e políticas para manter clientes satisfeitos e encantados”, explica Fábio Tozzini, ministrante do curso que tem mais de 35 anos de experiência no meio econômico-financeiro e já integrou a linha de frente de bancos comerciais como, Santander e Itaú Unibanco, além de treinar aproximadamente 15 mil executivos em todo o país.

Para Tozzini, o esforço necessário para atrair e conquistar clientes deve ser complementado com ferramentas de retenção e manutenção de relacionamento, garantindo uma base permanente de vendas e faturamento. “O treinamento vai apresentar instrumentos e mídias adequadas ao pós-venda, além de debater os novos desafios para os profissionais da área”.

Confira conteúdo programático:
– Conceitos de marketing de relacionamento
– Desenvolvimento da carteira de clientes (inativos e ativos)
– Tipos de ações de retenção e reativação de clientes
– Autodiagnóstico: você é ou está vendedor?
– Novos paradigmas do profissional de vendas
– Competitividade empresarial e a importância da manutenção de clientes
– Ferramentas e mídias adequadas ao pós-venda
– Pesquisa – como e porque realizar
– Planejamento de ações e controle

Data(s) e Horário(s): Dias 17 e 18 de setembro, das 14h às 17h.

Local: Online Mais informações: (11)5582-6321/5703 capacitação@abimaq.org.br/ www.abimaq.org.br/cursos

Fonte: Meio Filtrante, Direito & Negócios, Segs

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Comércio Internacional

01 - Dólar opera em queda, negociado abaixo de R$ 5,25


O dólar opera em queda nesta terça-feira (15), dando continuidade ao movimento observado na véspera, em meio a maior otimismo no exterior sobre o ritmo de recuperação econômica e a expectativas sobre importantes reuniões de bancos centrais esta semana.

Às 9h17, a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,2362, em queda de 0,75%. Veja mais cotações.

Na segunda-feira (14), o dólar encerrou o dia a R$ 5,2759, em queda de 1,07%. Na parcial do mês, acumula baixa de 3,74%. No ano, tem valorização de 31,58%.

Cenários

A melhora do humor de investidores é sustentada por dados econômicos positivos na China e esperanças de vacina contra o coronavírus.

A produção industrial da China acelerou no ritmo mais forte em oito meses em agosto, enquanto as vendas varejistas cresceram pela primeira vez neste ano, sugerindo que a recuperação econômica está ganhando ritmo conforme a demanda começa a melhorar da crise do coronavírus.

O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil inicia nesta terça-feira sua reunião de decisão de juros de dois dias, assim como o Federal Reserve.

Por aqui, a expectativa é de manutenção da Selic em 2% ao ano, devido ao recente noticiário fiscal que inspirou maior cautela em meio a leituras mais altas de inflação no atacado e à contínua volatilidade nos ativos financeiros.

O mercado financeiro manteve as estimativas para o dólar ao fim de 2020 (R$ 5,25) e 2021 (R$ 5,00), mas reduziu a projeção para a Selic no término de 2021 de 2,88% para 2,50%, conforme a mais recente pesquisa Focus do Banco Central.

A Selic baixa tem sido citada como uma das causas para a instabilidade no câmbio e também para maior dificuldades do Tesouro Nacional de rolar a dívida pública em meio a um já fragilizado quadro fiscal.

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Área econômica estuda restringir seguro-desemprego a fim de poupar recursos para Renda Brasil


A área econômica do governo Jair Bolsonaro está avaliando mudanças no seguro-desemprego como uma forma de poupar recursos e viabilizar o novo programa social, chamado de Renda Brasil. A informação é do secretário Especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

O estudo, segundo Waldery Rodrigues, prevê duas possibilidades:

aumento da carência, ou seja, do tempo mínimo de serviço para que o trabalhador tenha direito ao benefício; redução no número de parcelas a serem pagas.

Pelas regras atuais, o primeiro pedido pode ser feito após 12 meses de trabalho, e o seguro é dividido entre três e cinco parcelas.

O Brasil tem hoje uma taxa de desemprego de 13,3%, que atinge 12,8 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa de desemprego desde o trimestre terminado em maio de 2017.

"Estamos olhando a carência ou o número de parcelas. São itens mais importantes e adequados para a análise. [...] Se estender [a carência] para 15 meses, 20 meses, 24 meses, a despesa com seguro-desemprego também é reduzida", declarou Waldery Rodrigues ao G1.

O aumento do prazo para a solicitação do seguro-desemprego torna o acesso ao benefício mais difícil e, com isso, reduz o total gasto ao ano com esses pagamentos. O mesmo acontece se houver corte no número de parcelas.

Se aprovadas, as medidas entrariam em vigor em um momento de uma procura maior pelo seguro-desemprego, por conta dos efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia brasileira.

No acumulado dos sete primeiros meses deste ano, os pedidos de seguro-desemprego somaram 4.521.163, uma alta de 11% na comparação com o mesmo período de 2019.
A ideia de promover mudanças no seguro-desemprego, segundo o Ministério da Economia, poderá ser incluída na PEC do Pacto Federativo, relatada pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC) no Congresso. O tema está sendo debatido com o senador, que ainda não apresentou o relatório.

Procurado pelo G1, Bittar afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que está aguardando mais informações da equipe econômica para avaliar se vai incluir ou não essas mudanças no relatório a ser analisado pelo Congresso.

Regras atuais

Pelas normas vigentes, tem direito ao seguro-desemprego o trabalhador que atuou em regime CLT e foi dispensado sem justa causa, inclusive em dispensa indireta — quando há falta grave do empregador sobre o empregado, configurando motivo para o rompimento do vínculo por parte do trabalhador.

Também pode requerer o benefício quem teve o contrato suspenso em virtude de participação em programa de qualificação profissional oferecido pelo empregador, o pescador profissional durante o período defeso e o trabalhador resgatado da condição semelhante à de escravo.

O valor máximo das parcelas do seguro-desemprego passou a ser de R$ 1.813,03 neste ano. O valor recebido pelo trabalhador demitido depende da média salarial dos últimos três meses anteriores à demissão.

No entanto, o valor da parcela não pode ser inferior ao salário mínimo vigente (R$ 1.045). O trabalhador recebe entre três e cinco parcelas, a depender do tempo trabalhado. Serão três parcelas para comprovação entre 6 e 12 meses; quatro parcelas para comprovação entre 12 e 24 meses, e cinco parcelas para comprovação acima de 24 meses de trabalho.

Renda Brasil

Os ajustes no seguro-desemprego, segundo Waldery Rodrigues, estão sendo estudados para ajudar na implementação do novo programa social em estudo, o Renda Brasil, que vem sendo apelidado de um Bolsa Família "turbinado".

Isso porque as despesas previstas para 2021 já estão no limite autorizado pela regra do teto – que limita os gastos à variação da inflação do ano anterior. Portanto, para que novas despesas sejam autorizadas, é necessário cancelar outras.

Segundo o Ministério da Economia, os gastos anuais com o seguro-desemprego somam cerca de R$ 40 bilhões. Em 2020, a pandemia da Covid-19 deve elevar esse custo para R$ 44 bilhões, segundo estimativa do governo.

Além de mudanças no seguro-desemprego, o Ministério da Economia também apoia que, para viabilizar o Renda Brasil, aposentadorias e benefícios do setor privado fiquem até dois anos sem reajuste.

As últimas alterações no seguro-desemprego foram feitas em 2015, no governo da então presidente Dilma Rousseff.

Na ocasião, o governo propôs que o trabalhador teria de ter um tempo de 18 meses de serviço, nos 24 meses anteriores, para ter direito ao primeiro pedido do benefício. No Congresso, porém, essa exigência caiu para 12 meses – regra que vale até hoje.

Fonte: G1

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Industria

01 - 4 em cada 10 empresas ainda tiveram impacto negativo da pandemia na 1ª quinzena de agosto, diz IBGE


A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus continuou impactando negativamente as atividades de 4 entre cada dez empresas brasileiras na primeira quinzena de agosto.

É o que aponta um levantamento divulgado nesta terça-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, 3,2 milhões de empresas estavam em funcionamento na primeira quinzena de agosto. Destas, 38,6% informaram que a pandemia afetou negativamente suas atividades. Já para 33,9% o efeito foi pequeno ou inexistente e para 27,5% o efeito foi positivo, somando 61,4%. Empresas de maior porte e intermediárias foram as que mais sinalizaram melhora de percepção.

“A cada quinzena aumenta a percepção de efeitos pequenos ou inexistentes ou positivos entre as empresas de maior porte”, destaca Flávio Magheli, coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE.

De acordo com a pesquisa, a percepção de impacto negativo mantém-se e é maior entre as empresas de pequeno porte, de até 49 funcionários (38,8%), e melhora na percepção das empresas intermediárias (de 50 a 499 funcionários) e de maior porte (acima de 500 empregados), que sinalizaram maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes na quinzena – respectivamente 44,7% e 46,6%.

O levantamento foi feito por meio da “Pesquisa Pulso-Empresa: Impacto da Covid-19 nas Empresas”, criada pelo IBGE, em caráter experimental, para avaliar os efeitos da pandemia do novo coronavírus entre as empresas brasileiras dos setores da indústria, construção, comércio e serviços. Ela se soma à à Pnad Covid-19, versão especial da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) criada com foco em avaliar os efeitos da pandemia no mercado de trabalho brasileiro.
Construção e comércio mais afetados

A pesquisa mostrou que, entre os seguimentos empresarias, o da construção e de comércio foram os que tiveram maiores percentuais de empresas que reportaram as maiores incidências de efeitos negativos na quinzena - respectivamente, 47,9% e 46,3%.

Por outro lado, as empresas industriais (38,9%) informaram impactos pequenos ou inexistentes, e, no setor de serviços, a mesma incidência foi de 41,9%, com destaque para os segmentos de serviços de informação e comunicação (61,5%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (45,6%).

Nesses dois setores, a soma da percepção de impactos pequenos ou inexistentes com a de efeitos positivos é superior a de impactos negativos, com destaque para indústria (67,1%) e serviços (68,3%).

“Não é a primeira quinzena em que a soma da percepção de impactos positivos com impactos pequenos ou inexistente é maior que os negativos. Mas em serviços de informação e comunicação essa percepção subiu de 59% para 80,3%”, destacou o gerente da pesquisa, Flávio Magheli.

O setor de serviços era, até então, o segmento empresarial mais impactado negativamente pela pandemia.

Dados divulgados pelo IBGE na última sexta-feira (11) mostraram que o setor de serviços registrou alta de 2,6% em julho na comparação com o mês anterior. Apesar da alta, no entanto, o setor ainda acumula queda de 8,9% no ano. Além disso, mesmo com a alta mensal, o volume de serviços prestados em julho ficou 12,5% abaixo do período pré-pandemia.

Impacto nas vendas e serviços prestados

O IBGE destacou que a percepção de queda nas vendas ou serviços comercializados em decorrência da pandemia foi sentida por 36,1% das empresas, percentual acima do registrado na segunda quinzena de julho, quando foi de 34,4%.

Além disso, 33,6% disseram que o efeito foi pequeno ou inexistente e 30,3% afirmaram aumento nas vendas com a pandemia. Na quinzena anterior, somou 28,4% o número de empresas que disseram ter registrado aumento de vendas no período pesquisado.

Por região, o efeito de diminuição das vendas sobre as vendas foi mais percebido por empresas do Sudeste (40,7%), do Centro-Oeste (39,8%) e do Norte (38,3%). Na região Sul, um maior percentual de empresas sinalizou que os efeitos foram pequenos ou inexistentes em relação a quinzena anterior (46,2%). Por outro lado, no Nordeste, 48,7% reportaram percepção de aumento nas vendas.

Manutenção de empregos

A pesquisa mostrou, ainda, que aproximadamente nove em cada dez empresas em funcionamento em agosto (86,4%) mantiveram o número de funcionários em relação à quinzena anterior.

Todavia, 8,7% indicaram redução no quadro de pessoal, sendo que 146 mil (52,6%) diminuíram em até 25% o número de funcionários, com destaque para as empresas de menor porte - 51,6% delas reduziram nessa faixa de corte.

O IBGE estimou que 32% das empresas adiaram o pagamento de impostos e 10,9% conseguiram uma linha de crédito emergencial para o pagamento da folha salarial.
Prevenção ao coronavírus

A realização de campanhas de informação e prevenção, além da adoção de medidas extras de higiene, continuam sendo as principais iniciativas empresariais para prevenção do contágio pelo novo coronavírus. Ao todo, 92,9% das empresas afirmaram adotar tais medidas.

Outros 32,3% de empresas adotaram o trabalho remoto, e 15,3% anteciparam férias dos funcionários. Já 30,6% das empresas alteraram o método de entrega de seus produtos ou serviços, enquanto 13,2% lançaram ou passaram a comercializar novos produtos e/ou serviços na primeira quinzena de agosto.

Fonte: G1

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Setor

01 - Petrobras anuncia redução dos investimentos para exploração e produção


A Petrobras anunciou uma redução no valor dos investimentos previstos para o segmento de Exploração & Produção (E&P), citando a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

A petroleira passou a estimar investimentos entre US$ 40 e US$ 50 bilhões para 2021-2025, ante US$ 64 bilhões anunciados no Plano Estratégico de 2020-2024. A estatal pretende também vender mais ativos relacionados à exploração e produção de petróleo.

"A revisão visa maximizar o valor do portfólio do E&P, com foco em ativos de classe mundial em águas profundas e ultra-profundas", afirmou a estatal em comunicado divulgado na noite de segunda-feira (14).

Os campos de Búzios e demais ativos do pré-sal passarão a representar cerca de 71% do investimento total no segmento de exploração para 2021-2025, contra 59% no plano anterior.

A companhia informou que a revisão do portfólio está alinhada às seguintes diretrizes:

foco na desalavancagem, atingindo a meta de dívida bruta de US$ 60 bilhões em 2022;

foco na resiliência, priorizando projetos com breakeven [preço do barril a partir do qual a produção é economicamente viável] de Brent de no máximo US$ 35/barril e aderentes à estratégia da companhia;

inclusão de novos ativos na carteira de desinvestimentos (venda de ativos).

A Petrobras informou que o potencial impacto na curva de produção, assim como o cronograma de início das novas plataformas, será anunciado no final de novembro, após a conclusão e aprovação do Plano Estratégico da companhia para 2021-25.

O plano anterior havia estimado investimentos totais de US$ 75,7 bilhões entre 2020 e 2024, o que já representou uma queda de 10% na comparação com o total de US$ 84,1 bilhões fixado para o período 2019-2023.

A petroleira também anunciou que iniciou negociações com a SBM Offshore para contratação do afretamento de uma unidade flutuante de produção e armazenamento a ser instalada no campo de Búzios, na Bacia de Santos.

O chamado FPSO Almirante Tamandaré será o sexto sistema de produção do campo de Búzios, com entrada em produção prevista para o segundo semestre de 2024, disse a estatal em comunicado.

Fonte: G1

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