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Edição 10209 de 13/01/2020

Destaque

01 - Contas externas em 2020 já preocupam analistas


Alta das importações pode levar ao maior déficit desde 2015, segundo projeções, com dificuldades nas vendas do país ao exterior

Os dados sobre a entrada e saída de recursos do Brasil ligaram o radar do mercado financeiro. O chamado déficit em conta corrente deve fechar 2020 em US$ 54,2 bilhões, maior rombo desde 2015, segundo a projeção mais recente do boletim Focus, compilado pelo Banco Central. Em 2021, chegará a US$ 60,3 bilhões.

O principal fator por trás desse cenário é positivo: a atividade econômica deve se recuperar e impulsionar importações neste ano e no próximo. Especialistas acompanham, no entanto, o comportamento das exportações, que deve ser ainda fraco neste ano, e alertam para os riscos causados pelas incertezas na economia global.

A balança comercial responde pela maior parte do comportamento das transações correntes, compostas ainda por remessas de lucros ao exterior e o saldo de gastos com turismo.

Alinhado aos EUA, Brasil pode deixar de vender US$ 1 bi ao Irã este ano

Em 2019, a diferença entre exportações e importações fechou em US$ 46,6 bilhões, menor valor em quatro anos, puxada principalmente pela queda das vendas para o exterior. De acordo com analistas, os dados já eram esperados, considerando o ritmo fraco da economia mundial. O cenário deve se manter, com a diferença de que as importações brasileiras — que também recuaram em 2019 — devem avançar e pressionar ainda mais o número para baixo.

— O principal fator para a projeção de alta moderada do déficit em conta corrente é a aceleração da demanda doméstica. Isso vai levar a um maior volume de importação e a uma pequena erosão do superávit comercial — avalia Alberto Ramos, economista-chefe para América Latina do banco Goldman Sachs.

Saldos negativos nas contas externas não são necessariamente preocupantes para o Brasil, principalmente porque o nível de Investimento Estrangeiro Direto (IDP) no país é suficiente para cobrir a saída de recursos — para este ano, a expectativa é de entradas de US$ 80 bilhões.

Déficit dobrou

Os dados sobre o setor externo começaram a chamar mais a atenção de especialistas nos últimos meses por causa de duas revisões de dados do BC, que mostraram que o déficit de 2018 era mais que o dobro do anteriormente estimado. O número oficial passou de US$ 15 bilhões para US$ 41,5 bilhões, elevando, assim, também as projeções para os anos seguintes. Na semana passada, o BC divulgou que o fluxo de

Em artigo publicado na última semana do blog do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), o economista Livio Ribeiro destaca como a revisão levou o mercado a olhar os números das contas externas com mais atenção: “Se estivéssemos crescendo a taxas mais elevadas, onde estaria o déficit em conta corrente? Ainda mais importante, haveria risco de financiamento?”, escreveu o pesquisador.

Ele conclui, no entanto, que esse risco não existe, mas as incertezas na economia mundial preocupam. “Em um mundo de abundante liquidez (dinheiro disponível) e juros baixos, não devemos observar problemas de financiamento externo. Convém lembrar, no entanto, que abundante liquidez não é garantia de ausência de volatilidade: o cenário externo, ainda que tenha melhorado recentemente, continua frágil e sujeito a solavancos eventuais”, completa.

Especialistas em comércio exterior já avisaram que não será agora que a balança comercial brasileira vai se recuperar. Após caírem 7,5% em 2019, as exportações só deverão reagir em 2021, por uma série de fatores.

Para o governo brasileiro, porém, mais importante do que ter superávits ou déficits na balança é a corrente de comércio (soma das vendas externas com as importações), que caiu quase 20% no ano passado.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Eletroeletrônicos, Humberto Barbato, admite que, eventualmente, as exportações poderão crescer, mas não neste ano, especialmente na indústria de manufaturados.

— Falta muito para voltarmos a ser competitivos, por isso será difícil aumentá-las até que tenhamos quedas sensíveis do custo Brasil.

Marcos Jank, professor e pesquisador sênior de agronegócio global do Insper, acredita que o agronegócio continuará sendo fundamental para o comércio exterior brasileiro. Entre as razões estão a forte demanda da China por carnes - aumentada após o registro de casos de febre suína africana no país asiático - e o fato de o Brasil ter se tornado o maior exportador de milho e soja do mundo.

— Porém, o desfecho da guerra comercial entre EUA e China gera incerteza. Não sabemos se o acordo entre as duas potências vai prejudicar nossas exportações — disse ele, lembrando que o Brasil concorre com os americanos no fornecimento de alimentos para os chineses.

Reflexo no câmbio

No setor de máquinas e equipamentos, a expectativa é de que as exportações fiquem estáveis ou tenham leve crescimento, enquanto as importações devem avançar 20%, segundo José Veloso, presidente da ABIMAQ, associação que representa o setor.

— No ano de 2019 as importações de máquinas e equipamentos cresceram 20%, fortemente impactadas pela mudança no Repetro, que permitiu a mudança de titularidade de plataformas e seus componentes já em operação no país. As exportações podem estabilizar ou ter um leve crescimento a depender da melhoria da nossa competividade com melhor suporte dos mecanismos de financiamentos e garantias, que hoje não estão adequados ao objetivo de maior inserção da nossa economia no mercado mundial — avalia.

O comportamento do balanço de pagamentos costuma ter reflexo no câmbio, caso o mercado perceba que há risco de financiamento. Isso, no entanto, ainda é um risco pequeno, avalia André Perfeito, economista-chefe da Necton.

— Eu acredito que (o aumento do déficit) pode impactar sim, mas de maneira relativamente suave. Por isso mesmo que projeto um dólar a R$ 4,20 no final do ano — afirma o economista.

Fonte: O Globo, Infomet, Bita Brasil, Rede PT

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02 - ABIMAQ apoia mais de 40 feiras e eventos


Para umas das mais importantes entidades do setor industrial do País, a ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), o Brasil passou por uma grande crise nos últimos anos, mas o mercado já começou a esboçar reação em 2019 com um novo ânimo no setor de bens de capital.

Para umas das mais importantes entidades do setor industrial do País, a ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), o Brasil passou por uma grande crise nos últimos anos, mas o mercado já começou a esboçar reação em 2019 com um novo ânimo no setor de bens de capital.

Para a entidade, essa reação é consequência dos esforços do governo, principalmente com a aprovação das reformas da previdência e a tributária, o que tem gerado este novo ânimo ao setor industrial com a retomada dos investimentos. "Isso tem gerado uma ótima expectativa Lariza Piopara o setor de feiras em 2020 e para os próximos anos", enfatiza Lariza Pio, gerente de Marketing, Feiras e Eventos da ABIMAQ.

Segundo ela, com a retomada da economia, algumas feiras que foram canceladas devido à crise estão retomando em 2020 e outras novas surgindo diante deste novo cenário. "Como exemplo, podemos citar as novas feiras para o setor de infraestrutura. Também não podemos deixar de mencionar o bom momento da agricultura nacional, o que favorece o fortalecimento das feiras do segmento", completa.

Outro exemplo que comprova o otimismo com o setor de feiras é que a ABIMAQ irá investir num novo evento em 2020: a PPW - Packaging & Process Week. Uma feira criada para atender a demanda desse segmento, que buscava um evento com realização bienal, de abrangência internacional, para todas as indústrias que consomem, transformam e produzem embalagens e seus derivados.

Para ABIMAQ, que possui cinco feiras próprias e apoia mais 40 eventos em diferentes segmentos da indústria, as feiras continuam sendo excelentes plataformas de negócios e funcionam com um termômetro para o mercado.

"Com todas as facilidades do mundo digital, a feira ainda é o local onde é possível comparar e analisar as melhores opções de máquinas, equipamentos, softwares, serviços e outras possibilidades oferecidas em um evento, como atualização técnica e de conteúdos diversos, isto é muito importante", ressalta Lariza. Em sua opinião, o setor precisa ampliar o número de bons pavilhões com facilidades de acesso, principalmente no caso de grandes eventos.

Para 2020, um dos principais objetivos da ABIMAQ é o de intensificar sua atuação em prol do desenvolvimento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos com diversas ações que tragam resultados para os seus associados.

Entre estas ações está a realização e apoio às feiras de interesse das empresas associadas. "Com o lançamento da nova feira da entidade, a PPW, segmento de embalagens, o fortalecimento da Feimec, feira de máquinas e equipamentos, e da Agrishow, tecnologia agrícola, bem como o surgimento de novos eventos, o serviço da entidade nessa área será ampliado para 2020 e próximos anos", finaliza.

Este texto é parte da reportagem publicada pelo portal Feiras Industriais na matéria: 2020: Mercado Brasileiro de Feiras Respira Otimismo. Além da opinião da ABIMAQ a reportagem apresenta pesquisa inédita da UFI sobre a indústria de exposições na América Latina.

Fonte: Terra, Camaçari 24 Horas, Página Press, Patiseg

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03 - 2020 Promete


Chegamos ao final de 2019 com expectativas muito animadoras para o nosso setor. Vivemos níveis históricos da Taxa Selic, uma inflação controlada e um câmbio industrializante, que nos oferece novas possibilidades de crescimento.

De outro lado, a carteira de pedidos do setor de máquinas e equipamentos subiu 2,3% em outubro sobre o mesmo mês do ano passado e 14,1% ante setembro, sinalizando uma melhora nas encomendas de bens não seriados, voltados para grandes projetos e que costumam carregar margem melhor de lucro, principalmente para os setores de celulose e mineração.

Outro dado animador é que o consumo aparente de máquinas no Brasil disparou 33,7% na mesma comparação, para cerca de 14 bilhões de reais. No ano, o indicador acumula crescimento de 15,9%, atingindo 107,24 bilhões de reais.

A reforma da previdência é outro fator que renova o ânimo, as propostas de desburocratização da economia e o próprio progresso na articulação política e econômica com o governo são fatores que também colaboram para a melhoria do ambiente de negócios do País como um todo, gerando perspectivas ainda mais promissoras.

Como resultado dessa interlocução com o governo, temos o lançamento do Programa de Melhoria Contínua da Competitividade, através de um trabalho que foi feito em uma parceria inédita da ABIMAQ com a SEPEC – Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia e outras entidades da indústria. Após a realização contínua de estudos e trabalhos para detecção e levantamento do Custo Brasil, dentro do âmbito do nosso setor, conseguimos sensibilizar o Governo e várias entidades de classe a ampliar o estudo para todo o País e o resultado foi o lançamento de um programa baseado em trabalho contratado por Entidades da Coalizão Indústria junto à BCG - Boston Consulting Group com participação da ABIMAQ, com o objetivo de combater e reduzir o Custo Brasil, executando uma nova metodologia de análise e governança para analisar e priorizar propostas com maiores chances de melhorar o ambiente de negócios e a competitividade brasileira.

Além desses fatores temos índices que indicam que o consumo das famílias está aumentando, o que deve gerar aumento no mercado interno. A segurança jurídica e outros fatores desencadeadores de um crescimento econômico sustentável nos fazem acreditar que os investimentos podem retornar, especialmente em infraestrutura, gerando um novo ciclo desenvolvimentista.

Portanto, acreditamos que 2020 será um ano de grandes transformações para o País como um todo e para o nosso setor em particular.

Que venha 2020 e com ele todas as expectativas de crescimento e desenvolvimento que desejamos.

João Carlos Marchesan é administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ

Fonte: Correio Braziliense, Portal Fator Brasil, Brasil Agro, Direito & Negócios, Máquinas e Inovações Agrícolas, JorNow, Difundir, Curitiba It, Campo e Negócio, SEGS, Monitor Mercantil, O Estado, Tibuna do Norte, Negócios em Foco, Gazeta da Semana, Portal

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04 - Você está interessado em conhecer empresas certificadas que produzem e comercializam equipamentos para postos de combustíveis? Conheça o CSMEPS


As empresas associadas a ABIMAQ e que participam do Núcleo CSMEPS possuem soluções de grande praticidade, rapidez, confiabilidade, ergonomia e segurança ambiental oferecendo soluções para o revendedor que deseja aumentar suas vendas e seus lucros atendendo seu cliente com tecnologia e inovação.

Quem somos  – A CSMEPS – Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Postos de Serviços e Soluções de Abastecimento foi criada em abril de 2016 para dar foco em sistemas  de armazenamento, transferência, filtragem, abastecimento e controles de fluidos, em especial combustíveis e derivados, englobando empresas associadas à ABIMAQ que produzem máquinas e equipamentos para todos os segmentos desde Postos de Serviços, Distribuidoras de Combustíveis, Transportadoras, Grandes Consumidores, Portos e Aeroportos, Agronegócio e Pontos de Abastecimento em geral.

Escrito por Renato da Silveira – Professor, consultor e palestrante é fundador do Portal Brasil Postos e é especializado em estratégias de marketing digital e inbound marketing para o segmento de postos de combustíveis e lojas de conveniência.

Fonte: Brasil Postos

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Comércio Internacional

01 – Bolsas da Ásia fecham em alta à espera de assinatura de acordo EUA-China


Investidores seguem atentos nas negociações comerciais entre as duas grandes economias

Os mercados acionários asiáticos fecharam a sessão desta segunda-feira em alta, com os investidores aguardando a assinatura do um acordo comercial da "fase 1” entre os Estados Unidos e a China.

As duas maiores potências econômicas do mundo devem assinar o acordo na quarta-feira em Washington, com a China concordando em comprar mais produtos agrícolas dos EUA e implementando reformas econômicas e os EUA concedendo algum alívio tarifário. Ambos países concordaram em manter conversas semestrais para discutir e resolver pontos de disputa.

“É improvável que exista um nível excepcional de empolgação no mercado, já que o acordo foi extensivamente discutido, embora o presidente [Donald] Trump provavelmente o anuncie com muito alarde”, escreveu Stephen Innes, estrategista chefe de mercado asiático da AxiTrader, em nota a clientes. “Desde que o acordo assuma um compromisso da China de aumentar as compras de produtos agrícolas e defina um mecanismo de aplicação confiável, o mercado seguirá o seu caminho”, disse o executivo.

Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,75%, com 3.115,57 pontos, e o Shenzen avançou 1,36%, aos 1.822,35 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng ganhou 1,11%, somando 28.954,94 pontos, enquanto em Seul, o Kospi subiu 1,04%, a 2.229,26 pontos. Em Tóquio, o Nikkei 225 fechou a sessão em alta de 0,47%, aos 23.850,57 pontos.

Entre os destaques de ações individuais, os fabricantes de componentes da Apple, Sunny Optical (+2,61%) e AAC (+1,58%) ganharam em Hong Kong, juntamente com a Sun Hung Kai Properties (+1,93%) e Banco da China (+1,52%). Em Seul, Hyundai Motor (+1,32%) foi destaque.

Fonte: Valor Econômico

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Conjuntura

01 – Mercado reduz projeção de inflaçãoem2020 para 3,58%


A meta de inflação a ser perseguida pelo BC é de 4,00% para 2020

A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial em 2020 caiu de 3,60% para 3,58%, segundo o relatório Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira. Para 2021, o ponto-médio das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) manteve-se em 3,75%.

Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana para a inflação oficial permaneceu em 3,50% para 2020 e 3,75% para 2021. Para os próximos 12 meses, a pesquisa indicou recuou, de 3,69% para 3,58%. 

A meta de inflação a ser perseguida pelo BC é de 4,00% para 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% para 2022, sempre com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. 

Na última sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que inflação oficial brasileira acelerou para 1,15% em dezembro, encerrando 2019 em 4,31%, acima da última pesquisa Focus para o período, que apontava mediana de 4,13%. 

A taxa mensal foi a mais alta para dezembro desde 2002, quando a eleição presidencial pressionou o câmbio e puxou a alta de preços. Em novembro de 2019, o IPCA havia avançado 0,51%.

PIB em 2020 e 2021

A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2020 permaneceu em 2,30%, de acordo com o Focus. Para 2021, o ponto-médio das expectativas para o Produto Interno Bruto (PIB) do país também permaneceu inalterado, em 2,50%.

A mediana das projeções do mercado para o crescimento da economia em 2019 permaneceu em 1,17%, nível em que está há três semanas agora, segundo estimativas compiladas pelo Banco Central que dão origem ao Focus. O dado oficial, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em suas Contas Nacionais Trimestrais, será conhecido no dia 4 de março.

Até lá, as eventuais atualizações das apostas dos economistas seguirão sendo informadas pela autoridade monetária apenas por meio do seu Sistema de Expectativas de Mercado, que também é atualizado às segundas-feiras.

Juros 

A mediana das estimativas para a taxa básica de juros no fim de 2021 caiu de 6,50% ao ano para 6,25% ao ano entre os economistas do mercado e também entre os que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, segundo o Focus.

Para 2020, a projeção para a Selic permaneceu em 4,50% ao ano entre os economistas em geral e 4,25% ao ano entre os campeões de acertos.

Dólar 

A mediana das estimativas para o dólar no fim deste ano foi cortada de R$ 4,09 para R$ 4,04, segundo o Focus. Para 2021, o ponto-médio das projeções permaneceu em R$ 4,00. 

Entre os economistas que mais acertam as previsões, os chamados Top 5, de médio prazo, a mediana das apostas recuou de R$ 4,06 para R$ 4,00 nos encerramentos de 2020 e de 2021.

Fonte: Valor Econômico

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Industria

01 - Nove em cada 10 brasileiros desejam novo emprego em 2020


Para 39% dos profissionais, desejo de mudança está atrelado ao aumento da qualidade, aponta pesquisa da Catho

A melhora do mercado de trabalho em 2019 empolga a maior parte dos brasileiros e 92% dos profissionais já vislumbram um novo emprego ainda neste ano, segundo pesquisa divulgada pelo site de vagas Catho.

Apesar mais de 90% almejarem uma nova colocação, 13% dos profissionais manifestam medo de se arriscar em um novo emprego e se deparar com dificuldades na nova trajetória. Para 39%, o desejo de mudança está atrelado ao aumento da qualidade de vida.

De acordo com o levantamento, que ouviu 7.000 profissionais, 92,5% é o percentual de trabalhadores que classifica a empregabilidade como chave para realização das promessas para o novo ciclo. Entre os entrevistados, 70% avaliam o fato de não ter um emprego como um impeditivo para realizar os objetivos que almejam.

"Profissionais que desejam colocação ou recolocação profissional encontrarão grandes oportunidades. No entanto, etapas como currículo e entrevista merecem
ganhar atenção redobradas dos candidatos, afinal, essas são as fases mais importantes de um processo seletivo e também as que mais exigem dúvidas", orienta a gerente sênior da Catho, Tábitha Laurino.

O estudo aponta ainda a concorrência (50%), a falta de currículo competitivo (29%) e o medo de perder a estabilidade (19%) como os principais empecilhos
identificados pelos profissionais.

Fonte: R7

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01 - Nove em cada 10 brasileiros desejam novo emprego em 2020


Para 39% dos profissionais, desejo de mudança está atrelado ao aumento da qualidade, aponta pesquisa da Catho

A melhora do mercado de trabalho em 2019 empolga a maior parte dos brasileiros e 92% dos profissionais já vislumbram um novo emprego ainda neste ano, segundo pesquisa divulgada pelo site de vagas Catho.

Apesar mais de 90% almejarem uma nova colocação, 13% dos profissionais manifestam medo de se arriscar em um novo emprego e se deparar com dificuldades na nova trajetória. Para 39%, o desejo de mudança está atrelado ao aumento da qualidade de vida.

De acordo com o levantamento, que ouviu 7.000 profissionais, 92,5% é o percentual de trabalhadores que classifica a empregabilidade como chave para realização das promessas para o novo ciclo. Entre os entrevistados, 70% avaliam o fato de não ter um emprego como um impeditivo para realizar os objetivos que almejam.

"Profissionais que desejam colocação ou recolocação profissional encontrarão grandes oportunidades. No entanto, etapas como currículo e entrevista merecem
ganhar atenção redobradas dos candidatos, afinal, essas são as fases mais importantes de um processo seletivo e também as que mais exigem dúvidas", orienta a gerente sênior da Catho, Tábitha Laurino.

O estudo aponta ainda a concorrência (50%), a falta de currículo competitivo (29%) e o medo de perder a estabilidade (19%) como os principais empecilhos
identificados pelos profissionais.

Fonte: R7

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Setor

01 – Petróleo oscila com mercado atento a cenário político no Oriente Médio


Investidores veem risco reduzido de uma guerra entre EUA e Irã, mas seguem observando desdobramentos políticos na região

Os preços do petróleo oscilam na sessão desta segunda-feira. Depois de uma leve alta mais cedo, a commodity virou para terreno negativo e, por volta das 9h, marcava leve queda. Os contratos para março do Brent, a referência global, recuavam 0,25%, a US$ 64,83 o barril, na ICE, em Londres, enquanto os do WTI, a referência americana, para fevereiro, caía 0,17%, a US$ 58,94 o barril.

Depois da escalada dos preços nos primeiros dias de 2020, após o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani em uma ataque aéreo dos EUA no Iraque , o petróleo está mais estável, com os investidores observando a redução da possibilidade de que EUA e Irã iniciem uma nova guerra no Oriente Médio.

Após uma primeira reação de apoio da população iraniana ao regime contra os EUA, a situação parece retornar ao ponto anterior com protestos se espalhando pelo país contra o governo , num momento em que as autoridades iranianas tentam lidar com as críticas internacionais e com a fúria nacional depois de terem admitido que suas forças armadas abateram acidentalmente um avião de passageiros ucraniano , apesar de terem negado a responsabilidade inicialmente.

Os investidores também aguardam com aparente tranquilidade a assinatura do acordo comercial de “primeira fase” entre EUA e China, evento programado para ocorrer em torno desta próxima quarta-feira. Na última sexta, o presidente americano, Donald Trump, disse que o documento pode ser firmado “um pouco depois” de quarta, mas afirmou que o acerto está bem encaminhado.

"É pouco provável que haja um nível excepcional de entusiasmo no mercado, uma vez que o acordo tem sido extensivamente noticiado, apesar de ser provável que o presidente dos EUA, Donald Trump, enalteça o entendimento", disse em nota Stephen Innes, da AxiTrader.

Fonte: Valor Econômico

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